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Como qualquer eletrônico, robôs aspiradores podem apresentar falhas: bateria viciada, roda quebrada, escova emperrada, bomba de água com defeito. Mas a pergunta que muitos consumidores fazem é: vale a pena consertar ou é melhor comprar um novo?
A resposta depende de três fatores principais: o valor do robô, o tipo de defeito e a facilidade de encontrar peças.
📌 Exemplo prático: um Xiaomi Mi Robot Vacuum de R$ 1.800 com bateria viciada pode ser reparado por R$ 300 — ainda sai muito mais barato que comprar um modelo novo equivalente.
Se o robô custou R$ 4.000 ou mais, mesmo reparos caros (como motor de sucção ou placa principal por R$ 800–1.200) ainda podem compensar. Isso porque substituir por um novo topo de linha pode custar mais de R$ 8.000 em 2025.
📌 Exemplo prático: um Roborock S8 Pro Ultra com falha no motor pode custar R$ 1.000 para arrumar. Ainda assim, é mais econômico que comprar outro igual por R$ 9.000.
Se a placa queima ou o motor pifa, o conserto pode custar R$ 600–800 — quase o valor de um modelo novo, mas já atualizado e com mais recursos.
Alguns modelos apresentam falhas recorrentes. Exemplo: a bomba de água do Xiaomi X20 Max, alvo de muitas reclamações internacionais. Mesmo trocando a peça, há chance de o problema voltar em pouco tempo.
No Brasil, marcas como Xiaomi, Ecovacs e Dreame ainda não têm assistência robusta. Muitas vezes, peças só chegam via importação, encarecendo e atrasando o conserto. Já WAP, Electrolux e iRobot têm redes de suporte mais consolidadas no país.
💡 Dica prática: sempre peça orçamento antes e compare com o preço de um modelo novo. Muitas vezes, investir em uma nova geração traz mais benefícios do que insistir em um aparelho antigo.